“Mas digo sinceramente, na vida a coisa mais feia é gente que vive chorando de barriga cheia.” Essa frase me lembra de quantas coisas deixamos de valorizar por achar que é pouca coisa. Na maioria das vezes estamos errados quanto a isso. Chegamos a rotular pequenos momentos, sentimentos simples, fatos que são classificados segundo nosso egoísmo de capitalistas consumistas, parece clichê (e papo de comunista), mas não é. A vaidade atinge um grau tão alto em nossa vida, que as prioridades que devem ser realmente estimadas não são. Um abraço, um bom dia, a terra molhada pela chuva, um vento num dia de calor, tente olhar isso de modo diferente. Pode mudar a sua vida, e a das pessoas a sua volta também. Nada mais bonito que olhar a chuva molhando a rua, e você estar ali observando a natureza e percebendo que você podia estar em qualquer lugar, mas está ali, em casa, no quentinho. Pegue um livro ou ouça uma música, trate esses momentos simples, de forma simples. A redundância foi proposital, temos que rir mais, mostrar mais dentes no sorriso, ser o protagonista da sua vida, não um participante em que essas preocupações fúteis levam embora justamente esse viver simples, querer simples, em que as coisas acontecem tão naturalmente que quando você “acorda” leva um susto de tudo que conseguiu sem ter que transformar sua cabeça numa bolsa de valores de Nova York. A frase em que eu me referia no início do post deveria servir como mantra para todos, para que entendam que se já temos saúde, amigos e amor, a felicidade é uma consequência que se converte em uma coadjuvante na nossa vida, de tão natural que ela se torna.
Amei o post, Karol.
ResponderExcluirEu penso parecido, e acho que é por isso que a maioria das pessoas me acham estranha.
Hoje os sentimentos são pouco valorizados, as amizades muitas vezes começam pensando no que o outro pode oferecer, os namoros para acabar com a solidão e tentar se enquadrar em algum lugar (é, porque ser solteiro, ou não "ficar" com alguém que conheces há 2 horas em uma festa hoje em dia é quase como ter uma doença incurável, algumas pessoas olham estranho :S).
Eu valorizo essas coisas simples, esses pequenos momentos que fazem da nossa passagem pelo mundo algo mágico.
Pena que nem todos pensam igual, fazer o que, né?
Beijinhos
Bella M.